Treinos e Provas // 29 maio 2017

Corrida Mulher Maravilha: diversão e empoderamento feminino na pista

Autor Imagem Por Giselli Souza

Foram mais de dez mil mulheres maravilhas no centro de São Paulo, colorindo e alegrando os percursos de 4km e 8km em uma das maiores provas femininas que eu já vi nos meus 12 anos de corrida de rua. A largada simplesmente foi uma festa, com direito a música do filme e a mulherada caracterizada como a personagem. E a gente estava lá. Com a pink tenda e um look exclusivo e limitadíssimo para a prova, a de diva maravilha.

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Eu confesso que sempre olhei com muitas ressalvas as provas lúdicas, onde você troca a roupa tradicional de corrida pelo look fantasiada. Apesar de achar super fofo as provas da Disney, nunca me interessei em correr pois sempre pensei que uma prova só é válida quando vc está 110% focada em fazer o seu melhor, com a roupa mais confortável possível e que contribua para o seu máximo de performance.

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Ontem, no entanto, eu mudei de ideia. A alegria e a sensação de empoderamento que eu vi na Corrida da Mulher Maravilha que fizeram mudar totalmente a minha visão sobre essas provas. Como a minha ideia era de correr com o pelotão e as amigas, desliguei o relógio e fui para a largada com o único propósito de me divertir.

Pirei no look que eu criei com a Mariana Mekbekian, estilista e gerente da loja do Divas que Correm, e quase que dormi com ele de sábado pra domingo. Na prova, parei para tirar fotos nos painéis – que aliás foi uma baita sacada da organização- e achei toda a prova de extremo bom gosto. A começar pelo número de peito, ao kit do lanche pós-prova (com o Natural Whey da Verde Campo que eu amo de paixão), às ativações na arena e a medalha mega fofa.

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Vi muitas meninas que talvez estivessem ali pela primeira vez em uma grande prova de corrida. Conheci divas que correm do Mato Grosso, Manaus, sul de Minas Gerais e do interior de São Paulo que foram a nossa tenda divar e comemorar com as amigas.

Apesar de não concordar tanto com a abordagem contra os pipocas – pois acho constrangedor pedir no microfone para o atleta sem o número de peito sair da prova – gostei da arena fechada. Ajudou na segurança das atletas (pois infelizmente o centro não é um local seguro) como também concentrou todas as atrações em um só espaço – como os shows e as ativações das marcas.

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Para mim, foi uma prova que ficou na história da corrida feminina de rua por finalmente trazer algo inovador. Parabéns Yescom pela surpresa positiva e a Risqué pelo convite ao blog.

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